Servidores podem suspender pagamento de empréstimo por 120 dias


 Governo e representantes do BB decidiram a melhor maneira de oferecer o benefício aos servidores (Foto: Assessoria/SGA)
Governo e representantes do BB decidiram a melhor maneira de oferecer o benefício aos servidores (Foto: Assessoria/SGA)
Na manhã desta quarta-feira, 16, a secretária de Estado da Gestão Administrativa (SGA), Flora Valladares reuniu-se com a equipe responsável pela folha de pagamento do Estado e representantes do Banco do Brasil para traçar todas as regras que vão gerir a negociação para a suspensão do pagamento de empréstimo consignado por 120 dias.
A sugestão, que foi feita pelo governador Tião Viana, tem o objetivo de beneficiar os servidores, em especial os que foram atingidos pela alagação e que, por isso, tiveram algum tipo de prejuízo.
A adesão poderá ser feita a partir do dia 25 de abril até o dia 30 de junho, pelos servidores do estado que têm empréstimo consignado em folha, no Banco do Brasil. Os interessados poderão suspender o pagamento da parcela pelo período de quatro meses, a contar da data de adesão.
Além da carência dos quatro meses, os servidores também terão a oportunidade renegociar o débito, estendendo o prazo, que tem como limite máximo 72 meses, passando para até 96 meses.
De acordo com o gerente-geral do Banco do Brasil, Marcolino José de Zorze Rodighero, as agências entrarão em contato com os clientes, de diversas formas. “Nós já estamos com o sistema pronto para operar. Nossos clientes serão contactados pelo telefone, por SMS, nos terminais eletrônicos ou na própria agência”, explicou.
Segundo Rodighero os juros também permanecem os mesmos, a diferença é que serão cobrados nas próximas parcelas.”O cliente vai ter esse intervalo, e o juros que ele pagaria nesse tempo será diluído nas próximas parcelas”, esclarece.
Flora Valladares ressalta a importância de garantir que os servidores sejam ajudados sem aumentar o endividamento. “Essa medida, além de aliviar as contas do servidor por esse período, vai também ajudar a reativar a economia local, pois o dinheiro que seria utilizado para pagar essas parcelas pode ser injetado no comércio”, diz.
Por Paula Amanda 
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