História dos Meios de Comunicação


 MídiaDo inglês "media", que vem do latim "media", plural de "medium" e que significa "meio" ou "forma". No Brasil, usa-se mais comumente a palavra "mídia", derivada da pronúncia inglesa - ainda que alguns gramáticos brasileiros prefiram a forma latina, "media", a qual também é usada preferencialmente em Portugal. Ao usar-se a forma latina deve ter-se em conta que é uma palavra estrangeira, o que implica a sua grafia em itálico ou entre aspas e sem acento, e que esta palavra se encontra já no plural, devendo escrever-se "os media" e pronunciar-se "os média". Também á a comunicação de estradas, em portugal, no século XIX, desenvolveu-se muito este tipo de comunicação.

Processo de Comunicação

O processo de comunicação é composto de três etapas subdivididas e, por definição, um meio de comunicação deve compreender todos os elementos desse processo:
1 - Emissor: é a pessoa que pretende comunicar uma mensagem, pode ser chamada de fonte ou de origem. a) Significado: corresponde à ideia, ao conceito que o emissor deseja comunicar. b) Codificador: é constituído pelo mecanismo pelo qual a mensagem é elaborada para que possa ser transmitida.
2 - Mensagem: é a ideia em que o emissor deseja comunicar. a) Canal: também chamado de veículo, é o espaço situado entre o emissor e o receptor. b) Ruído: é a perturbação dentro do processo de comunicação.
3 - Receptor: é a etapa que recebe a mensagem, a quem é destinada. a) Descodificador: é estabelecido pelo mecanismo auditivo para decifrar a mensagem, para que o receptor a compreenda. b) Compreensão: é o entendimento da mensagem pelo receptor. c) Regulamentação: o receptor confirmar a mensagem recebida do emissor, representa a volta da mensagem enviada pelo emissor (feedback).

Tipos de Comunicação

A comunicação é um processo pelo qual a informação é codificada e transmitida por um emissor a um receptor por meio de um canal ou médio prazo. A comunicação é, portanto, um processo pelo qual nós atribuímos e transmitir significado em uma tentativa de criar entendimento compartilhado. Na organização existe um vasto emaranhado de redes de comunicação. Estas, sob diversas formas e em diferentes direcções, percorrem a estrutura no seu conjunto: Comunicação pessoal/impessoal;
Comunicação descendente/ascendente/lateral/diagonal; Comunicação escrita/comunicação oral;
A Comunicação não pode ser dissociada da sua relação custo/eficácia.
Vivemos formas diferentes de comunicação, que expressam múltiplas situações pessoais, interpessoais, agrupais e sociais de conhecer, sentir e viver, que são dinâmicas, que vão evoluindo, modificando-se, modificando-nos e modificando os outros. A comunicação aparente: É um processo de "comunicação" onde as pessoas falam e respondem, sem prestarem verdadeiramente atenção ao outro e ao que ele está dizendo. Cada um precisa "desabafar", ter alguém com quem conversar. Se a necessidade é forte e de ambas as partes, a "comunicação" se transforma num diálogo animado, mas "de surdos", porque cada um fala de si, extravasa suas ideias, sentimentos, necessidades.
A comunicação superficial: É uma inteiração limitada, com trocas previsíveis sobre temas socialmente definidos e com limites preestabelecidos – culturalmente ou pelos grupos e indivíduos. São trocas de mensagens sobre assuntos específicos e que não expõem muito a intimidade de cada um, por exemplo sobre futebol ou fofocas de pessoas ou artistas, em reuniões sociais, festas, bate-papos. Fala-se animadamente, mas sem inteiração pessoal, sem revelar o eu profundo a não ser neste campo específico. São processos úteis de manutenção dos vínculos dentro de um grupo ou comunidade, mas que pouco revelam dos indivíduos, porque eles se escondem, não querem se expor ou o fazem somente em outros espaços mais restritos.
A "comunicação" autoritária: É uma troca ou inteiração dentro de um sistema fechado, onde se expressam relações de poder, de dominação. É uma troca desigual – em que um fala e o outro assente – baseada no poder económico, político, intelectual ou religioso. É uma fala onde quem tem algum poder procura dominar o outro, impor seus pontos de vista, controlar. O outro se transforma em "receptor", destinatário e só pode concordar com o emissor.

 Meio e Canal

Meio de Comunicação não se confunde com canal, que se refere ao aparato tecnológico utilizado para realizar o processo da comunicação, incluindo a transmissão de informação (geralmente, idéias humanas). Dependendo das características do meio utilizado, pode-se transmitir ou armazenar informação, ou ambos os processos.
Por exemplo:
Fala, discurso, gestos, telefone
Stone scores, gravações de áudio e vídeo, discos rígidos
Papel, cartas
Meios de Comunicação de Massa: pronunciamentos, jornais, revistas, cinema, televisão, rádio, websites, CDs, DVDs, videocassetes
Mídia interativa: jogos de computador, jogos online, videogame, edutainment, televisão interativa
A Internet é um híbrido entre Comunicação de Massa e Comunicação Interpessoal
Em Arte, um meio significa o material e o suporte usados pelo artista: pintura, madeira, mármore, aço, etc.
Por metonímia, a indústria das empresas que produzem conteúdo de notícias e de entretenimento são geralmente denominadas "os media" ou "a mídia" (da mesma forma como a indústria de notícias é denominada "a imprensa"). No final do século XX, tornou-se lugar-comum este uso no singular ("A mídia é...") em lugar do tradicional plural; em Portugal, não obstante, é preferido o termo no plural, "os media" (concordando em número com o termo latino...).
Marshall McLuhan foi pesquisador famoso por ter dito (entre outras coisas), "O meio é a mensagem".

Evolução histórica

Para alguns, os primeiros meios de comunicação de massa foram os livros (principalmente didáticos), que existem há muito tempo. Mas, normalmente, a difusão da mídia se deu no século passado. Em tal período não havia a idéia de que a difusão da informação da parte da mídia deveria ocorrer em tempo real, mas que deveria haver um intervalo de tempo limitado entre a emissão da mensagem e a sua recepção.
No curso do século XX, o desenvolvimento e a expansão capilar dos meios de comunicação de massa seguiram o progresso científico e tecnológico. De fato, os meios, além de serem meios para veicular as informações, são também os objetos tecnológicos com os quais o usuário interage.
O avanço da tecnologia permitiu a reprodução em grande quantidade de materiais informativos a baixo custo. As tecnologias de reprodução física, como a imprensa, a gravação de discos de música e a reprodução de filmes seguiram a reprodução de livros, jornais e filmes a baixo preço para um amplo público. Pela primeira vez, a televisão e a rádio permitiram a reprodução eletrônica de informações.
Os meios eram (pelo menos na origem) baseados na economia de reprodução linear: neste modelo, um obra procura render em modo proporcional ao número de cópias vendidas, enquanto ao crescer o volume de produção, os custos unitários decrescem, aumentando a margem de lucro. Grandes fortunas são devidas à indústria da mídia.
Se, inicialmente, o termo "meios de comunicação de massa" se referia basicamente a jornais, rádio e televisões, no final do século XX a internet também entrou fortemente no setor. Para alguns, também os telefones celulares já podem ser considerados uma mídia.
Fonte: Wikipédia
Postar um comentário
Tecnologia do Blogger.