UFAC realiza formação continuada para técnicos da Escola Ativa de todo o Estado do Acre


Aconteceu do dia 11 ao dia 15 de Outubro no auditório do hotel Imperador Galvez a formação continuada do IV módulo do programa escola ativa. A temática foi Alfabetização e Letramento.
A formação foi ministrada através da equipe do Professor Andrio Gatinho da Universidade Federal do Acre, que contou com a participação de  técnicos do programa da rede municipal e estadual de todo o Estado do Acre.

Abaixo você confere  um resumo do que foi a formação através de Literatura de Cordel feita pela técnica doProgrma Escola Ativa da rede estadual do municipio de Feijó, a Professora Maria Luceni Machado.


Nesse 11 de outubro,
é chegada a nossa vez,
no ilustre auditório
do Imperador Galvez,
de participar de um encontro:
a formação do módulo III.

Quero aqui humildemente,
falar desta formação,
um grande acontecimento
que trata de alfabetização
e também de letramento.

Um encontro muito bom,
começando da abertura
com a composição da mesa
que estava à altura.
Desde o professor Gilberto,
Andrio e sua estrutura
a professora Chiquinha
sem dúvida grande figura.

Tivemos o privilégio,
da palestra com a Elisabete;
falando com precisão
sobre alfabetização
fez tudo que lhe compete.
Deixando um grande legado
e momento de reflexão,
sobre o processo
de alfabetização.


Sabemos que estamos diante,
de um vísivel dilema.
Seremos nós os culpados,
pelo fracasso escolar?
Ou é culpa do sistema?

Quero dizer meus amigos,
é muito fácil culpar.
Mas se soubessemos dividir,
sei que nada há de sobrar.

Se cada um cumprir,
com sua parcela na educação,
família, escola e governo,
com certeza a alfabetização
terá um novo olhar.
Digo com propriedade,
o restante que faltar,
é da nossa sociedade.

Com essa simples divisão
de responsabilidade,
a educação vai avançar
a alfabetização será completa,
nunca mais pela metade.

A alfabetização entendida
não como pequena esmola,
mas como um processo
que precede a entrada,
da criança na escola.

Por falar em escola,
começo aqui a pensar:
Por que ela não consegue
a todo alfabetizar?

Mas se todos são diferentes
de forma peculiar.
Cada um não tem seu tempo de se alfabetizar?

Valorizar os saberes,
as experiências sociais
de leitura e de escrita
que cada aluno tem,
não esquecerei jamais.

Respeitar as diferenças,
acreditar na capacidade
é um dívida da escola,
com sua sociedade.

Acreditar que é capaz,
é tarefa do professor.
Gostar de ler nem se fala,
mas já são outros 500.

De que vale ser educador,
Se não tiver letramento?

A professora Elisabete,
encerrou sua palestra
com um valioso apelo:
ler para os nossos alunos,
é tarefa primordial.
Quem não gostar de ler,
Finja que gosta
e convença o pessoal.

Somos maior exemplo,
com nossa ação gentil.
Lendo diferentes textos,
pois o presente nesta hora,
é o futuro do Brasil.

Com o professor César,
voltamos a discussão,
falando de letramento
e de alfabetização.

Esse é um assunto,
que não dá pra fazer de conta,
a minha preocupação
é de como,
ele vai chegar na ponta.

Diante desta realidade,
o professor a princípio,
pediu aos participantes
que falassem como iriam
aplicar no município.

Cada um ia falando
como iria estar fazendo,
a formação no município
de acordo com o que estava aprendendo.

Depois da exposição
de cada participante,
chega a turma do Vale do Juruá
cada qual mais elegante.
Os trabalhos de segunda-feira,
se encerram nesse momento.

No segundo dia de formação,
o professor Shelton
com sua importante palestra,
desperta em nossa lembrança.

Falando das relações,
entre os sistemas brasileiro:
ortográficos e fonológico,
assunto muito importante
pro nosso plantio e celeiro.

Através do vídeo apresentado,
percebemos a evolução da escrita,
não como um problema,
junto também evolui
a representação do fonema.

Com o professor Henrique
tivemos um ótimo momento,
falou de como a literatura infantil
pode contribuir,
no processo de letramento.

Os trabalhos com literatura
são sem dúvida especiais
vai ajudar a criança
inserir-se nas práticas sociais.

Obrigado professor Henrique,
pela contribuição,
vai nos ajudar muito
mudar a situação.

O professor César apresenta,
sua grande habilidade,
falando das relações
entre ortografia e fonologia,
com muita propriedade.
Falou dos vários problemas
que as crianças enfrentarão,
desde a confusão com as letras
até a quisição das técnicas
no processo de alfabetização.

Depois da ampla exposição
informação importante
mas, com certeza, cem(100) dúvidas,
sobre vogal e consoante.

Assistimos um vídeo,
sobre uma mulher que não sabia ler.
Um problema em sua vida,
aos poucos, foi deixando de viver.

Na manhã de quarta-feira
tivemos nesse momento,
a participação da Priscila e Luciana
sobre o conceito de letramento.

A alfabetização sempre foi
algo muito essencial, não podemos duvidar,
mas hoje não é suficiente,
temos também que letrar.

Houve um momento ímpar
com professores competentes
relatando seus trabalhos
demonstrando experientes
sobre a educação rural
nos deixou muito contentes.

O professor Sebastião
uma história contou
através do fantoche
e muito nos alegrou.

Terminamos de assistir o filme
Sobre Hanna e Michael.
Isso nos fex refletir
sobre a leitura e escrita
e também do seu papel.

Tivemos um momento de análise
do material didático
fazendo uma relação
de tudo que estudamos,
nos levando a ser mais práticos.

Hoje, nesta sexta-feira,
tenho humildade em dizer,
não consegui registrar,
não por falta de querer.
Diante de tanta competência
pra realizar esse evento
não sou capaz de descrever.


Maria Luceni Machado - Núcleo da Secretaria Estadual de Educação Feijó
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