A revolução dos espelhos

A construção de um país mais tolerante com as diferenças implica pensarmos um outro mundo a partir do que nós, como povos diferentes, poderíamos contribuir. A desmistificação do mito da democracia racial sem o uso das mesmas armas que usaram contra nós - não só armas em sentido literal, mas também a afirmação legal de que somos pessoas incapazes - nos faz pensar em estratégias de como ensinar aos outros, também diferentes, formas de entendimento que abrissem espaços até então desconhecidos para nós, como os fóruns de discussão e de construção de políticas e alternativas concretas. Esses espaços podem indicar formas de viabilizar um outro mundo, que só é possível se cada pessoa, na sua consciência de ser humano, encontrar e se orgulhar do elemento ÍNDIO, NEGRO, CIGANO, PALESTINO, JUDEU, HOMOSSEXUAL e tantos outros "diferentes" que existem em cada um(a) de nós. Então só nos resta descobrirmos qual elemento existe em cada um de nós,para daí então podermos entender o mundo que nos cerca com cores e sons diferentes...
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